RESENHA | Mosquitolândia, de David Arnold

18:12

Hello, it's me!
Gente do céu, quanto tempo! Preciso dizer que nessas semanas que fiquei morta por aqui meditei muito sobre o fato de desistir do blog ("mas tão cedo?!"). Não pensem que é por preguiça ou algo do tipo. É que esse ano terei que estudar muito, tipo, dar 1000% de mim na escola. Começarei o Ensino Médio D: (rezem por mim, por favor). Mas, ontem mesmo descobri que minhas aulas só começarão em abril, então dane-se, vou continuar o blog! Urruuu!
Então, hoje vim com a minha primeira resenha! EBAAAA! E escolhi um livro bem lindo e maravilhoso que se tornou um dos meus preferidos da vida: Mosquitôlandia.
Vamos lá pra resenha, respira e inspira, e bora começar!
“Meu nome é Mary Iris Malone, e eu não estou nada bem.” Após o inesperado divórcio dos pais, Mim Malone é arrastada de sua casa em Ohio para o árido Mississippi, onde passa a morar com o pai e a madrasta e a ser medicada contra a própria vontade. Porém, antes mesmo de a poeira da mudança baixar, ela descobre que a mãe está doente. Mim foge de sua nova vida e embarca em um ônibus com destino a seu verdadeiro lugar, o lar de sua mãe, e acaba encontrando alguns companheiros de viagem muito interessantes pelo caminho. Quando a jornada de mais de mil quilômetros toma rumos inesperados, ela precisa confrontar os próprios demônios e redefinir seus conceitos de amor, lealdade e sanidade. Com uma narrativa caleidoscópica e inesquecível, Mosquitolândia é uma odisseia contemporânea, uma história sobre as dificuldades do dia a dia e o que fazemos para enfrentá-las.
Em primeiro lugar, esse é o tipo de livro que cativa. É o tipo de leitura rápida, emocionante e que deixa um calorzinho no coração. E quando termina você quer ler de novo, de novo e de novo... Os personagens são convincentes e apaixonantes, a narrativa é soberba (pareci uma velha usando essa palavra) e é interessante ver tudo se desenrolando no final.

"Sou uma coleção de esquisitices, um circo de neurônios e elétrons: meu coração é o dono do circo; minha alma, o trapezista, e o mundo, minha plateia. Parece estranho porque é estranho, e é estranho porque sou estranha."

Desde o começo há mistérios. Sim, eles estão no ar do começo ao fim. E, da maneira como a história vai avançando, todas as perguntas vão obtendo resposta, e você começa a compreender coisas que antes não conseguia entender. 

"Escreva. É melhor do que sucumbir a loucura do mundo."

Mim se diz ser uma Anomalia, e é exatamente a palavra certa para este livro, É uma história única, que foge às regras, e que mesmo assim, você consegue amar com todo o coração, porque é meio impossível não se identificar, nem que seja em apenas um trecho.
Recomendo pra todo mundo. E espero que sintam o amor que sinto por esse livro.


Enfim, é isso. Espero que tenham gostado e tenham ficados curiosos para ler. E, se você já leu, avisa como foi a experiência! Vou adorar saber!

Abraços da Madagascar,
Emy ;)

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